Cris Cyborg cobra coerência do UFC e defende punição a Kayla Harrison
Cris Cyborg voltou a movimentar os bastidores do MMA feminino. Livre no mercado desde o fim do contrato com o Professional Fighters League, a curitibana passou a se manifestar com mais frequência nas redes sociais e mirou os critérios do Ultimate Fighting Championship para tratar da situação da camp
Cris Cyborg voltou a movimentar os bastidores do MMA feminino. Livre no mercado desde o fim do contrato com o Professional Fighters League, a curitibana passou a se manifestar com mais frequência nas redes sociais e mirou os critérios do Ultimate Fighting Championship para tratar da situação da campeã peso-galo Kayla Harrison.
O estopim foi um anúncio feito durante a transmissão do UFC Paris, no último sábado. A organização informou que Valentina Shevchenko teve o cinturão peso-mosca retirado por causa de uma lesão que a afastará dos octógonos por tempo indeterminado. A decisão abriu caminho para a disputa de título entre a brasileira Natália Silva e a chinesa Wang Cong, que passará a liderar o UFC 332.
Diante do movimento, Cyborg argumentou que a mesma régua deveria valer para Harrison, sua desafeta de longa data. A brasileira lembrou que a americana está inativa há ainda mais tempo do que Shevchenko e defendeu tratamento igual para as duas campeãs.
“A última luta da Kayla Harrison foi em junho de 2025. A última luta da Valentina Shevchenko foi no dia 15 de novembro de 2025. Se eles estão fazendo a Valentina abrir mão do cinturão, então ambas deveriam perder o título”, escreveu a lutadora em sua conta na rede social X.
Aos 41 anos, Cyborg segue em alto nível. No fim de agosto, superou a compatriota e ex-UFC Ketlen Vieira e defendeu com sucesso o cinturão peso-pena do PFL. Sem novo vínculo definido, a curitibana mantém em aberto o futuro e alimenta a expectativa de um retorno ao UFC.
Fonte: Ag. Fight
