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Dedé Pederneiras diz que Damian Pinas bate mais forte do que qualquer lutador que ele já treinou

André Pederneiras colocou Damian Pinas em um patamar próprio entre os atletas que passaram pela Nova União. Em entrevista ao Sherdog, o treinador afirmou que nunca segurou aparadores para alguém com a potência do médio, que voltou a chamar atenção depois do nocaute no UFC 329.

silvio.doria8@gmail.com
Redação · 21 jul 2026 · 08:14
Dedé Pederneiras diz que Damian Pinas bate mais forte do que qualquer lutador que ele já treinou
Foto: Sherdog

André Pederneiras colocou Damian Pinas em um patamar próprio entre os atletas que passaram pela Nova União. Em entrevista ao Sherdog, o treinador afirmou que nunca segurou aparadores para alguém com a potência do médio, que voltou a chamar atenção depois do nocaute no UFC 329.

“Já segurei aparador para muitos pesados, inclusive strikers de elite, e nunca vi ninguém bater tão forte quanto ele”, disse o técnico, que há mais de três décadas forma lutadores no Rio de Janeiro. A avaliação nasceu de um teste feito na academia em 2024, quando Pinas apareceu para um treino de avaliação e, segundo Pederneiras, deixou clara a diferença física logo nas primeiras sessões.

O treinador acrescentou que a evolução técnica acompanha a força. “Além de ser incrivelmente forte, ele aprende muito rápido. Já está finalizando faixas-pretas nos nossos treinos sem quimono”, completou.

A projeção ganhou corpo no card de 11 de julho, em Las Vegas, quando o lutador desligou César Almeida ainda no primeiro assalto. O golpe elevou o retrospecto para nove nocautes em dez vitórias profissionais, com uma única finalização no currículo.

Apesar do ritmo acelerado, o atleta de 24 anos evita atalhos ao falar sobre o cinturão. “Quando entrei no Shooto, disse que levaria cinco anos para chegar ao UFC, mas cheguei em três. Então vamos dizer que cinco anos para conquistar o cinturão soa bem. Tenho só 24 anos, tenho bastante tempo”, afirmou.

Ligado a Aruba e ao Suriname, Pinas também contou ao Sherdog que enxerga a trajetória como referência para além do esporte. O objetivo declarado é servir de exemplo para crianças das duas ilhas e do Caribe que pretendem seguir carreira profissional.

Fonte: Sherdog

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