Jhonata Diniz defende salários do UFC e rebate críticas de Strickland e Borrachinha
O peso-pesado Jhonata Diniz saiu em defesa da política salarial do UFC e respondeu, de forma direta, às recentes críticas feitas por Sean Strickland e Paulo Borrachinha. Em entrevista exclusiva ao Lance!, o brasileiro afirmou que a maior organização de MMA do mundo remunera bem os seus atletas.
O peso-pesado Jhonata Diniz saiu em defesa da política salarial do UFC e respondeu, de forma direta, às recentes críticas feitas por Sean Strickland e Paulo Borrachinha. Em entrevista exclusiva ao Lance!, o brasileiro afirmou que a maior organização de MMA do mundo remunera bem os seus atletas.
Para Diniz, o retorno financeiro deve acompanhar aquilo que cada lutador entrega dentro e fora do octógono. Ele argumentou que a conta precisa considerar o quanto o atleta vende e movimenta, e não apenas o valor fixo da bolsa. Na avaliação do brasileiro, o UFC paga muito bem a quem se mostra capaz de atrair público e gerar interesse.
O lutador também rebateu a ideia de que haveria vida financeira mais confortável longe da companhia. Diniz lembrou que quem deixa o UFC costuma encontrar cifras bem menores em organizações de menor porte, como a LFA, e sustentou que a comparação favorece a liderança do mercado.
Tricampeão mundial de kickboxing, ele contou que migrou para o MMA justamente em busca de estabilidade. Relatou que a modalidade de origem pagava pouco e que enxerga nas artes marciais mistas o caminho para garantir a aposentadoria. O atleta chegou a projetar ganhos entre 10 e 50 milhões de dólares por luta, mas fez questão de dizer que a prioridade é conquistar o cinturão, com a valorização financeira como consequência natural.
O próximo compromisso serve de termômetro para essas ambições. Diniz encara o canadense Tanner Boser neste sábado, em Edmonton, no Canadá, em duelo válido pela divisão dos pesados. O brasileiro ainda afirmou que pretende encerrar a carreira vestindo as cores do próprio UFC.
Fonte: Lance!
