Resultados
JR. def. BARCELOS Nocaute (R5) VIEIRA def. BRYCZEK Decisão unânime UULU def. OSMANLI Desqualificação (R1) MACHADO def. AMAYA Nocaute técnico (R2) HIESTAND def. NAKAMURA Finalização (R2) BRENER def. HARRELL Nocaute técnico (R1) EDWARDS def. BELLATO Nocaute técnico (R3) JACKSON def. SIMON Nocaute técnico (R2) ALATENG def. CASTANEDA Decisão dividida PEREZ def. DUMONT Decisão unânime JAUREGUI def. DEMOPOULOS Nocaute (R1) JR. def. BARCELOS Nocaute (R5) VIEIRA def. BRYCZEK Decisão unânime UULU def. OSMANLI Desqualificação (R1) MACHADO def. AMAYA Nocaute técnico (R2) HIESTAND def. NAKAMURA Finalização (R2) BRENER def. HARRELL Nocaute técnico (R1) EDWARDS def. BELLATO Nocaute técnico (R3) JACKSON def. SIMON Nocaute técnico (R2) ALATENG def. CASTANEDA Decisão dividida PEREZ def. DUMONT Decisão unânime JAUREGUI def. DEMOPOULOS Nocaute (R1)
POSLUTA
MMA
SÁBADO, 3 DE OUTUBRO DE 2026
Edição Nacional  ·  Assine o Posluta+
← Capa
UFC

Sem o tricampeonato, Pereira terá que reconstruir o caminho após a derrota para Gane

A derrota de Alex Pereira para Ciryl Gane no UFC Freedom 250 não custou apenas o cinturão interino dos pesados. Custou a chance de entrar para um grupo restrito de atletas com títulos em três categorias diferentes, e abriu uma fase de reconstrução para o brasileiro.

silvio.doria8@gmail.com
Redação · 15 jun 2026 · 13:27

A derrota de Alex Pereira para Ciryl Gane no UFC Freedom 250 não custou apenas o cinturão interino dos pesados. Custou a chance de entrar para um grupo restrito de atletas com títulos em três categorias diferentes, e abriu uma fase de reconstrução para o brasileiro.

Com o resultado, Pereira caiu para 13 vitórias e 4 derrotas no cartel geral, sendo 10 a 3 no UFC. Gane, por sua vez, foi a 14 a 2, com 10 a 3 dentro da organização, e encaminhou uma luta de unificação com o campeão indiscutível Tom Aspinall. A comunidade do esporte repercutiu em peso o fato de Poatan ter perdido a oportunidade de fazer história em um palco de visibilidade máxima.

A subida aos pesados sempre foi uma aposta ousada. Pereira reinou nos médios e nos meio-pesados antes de perder o cinturão dos 93 quilos para Magomed Ankalaev, e a tentativa de conquistar uma terceira divisão exigia superar a desvantagem física diante de oponentes maiores e muito móveis. Gane explorou exatamente isso, com velocidade e variedade de golpes.

Na nossa leitura, o caminho mais lógico para Poatan passa por uma decisão de categoria. Para o PosLuta, o ponto mais relevante é definir se o brasileiro insiste no projeto dos pesados, onde precisaria de uma sequência de vitórias para nova chance, ou se retorna aos meio-pesados, divisão em que já provou ser referência e onde uma reconquista de cinturão parece mais ao alcance.

Em nossa avaliação, a volta aos meio-pesados teria apelo imediato. Há contas a acertar naquela categoria, incluindo a derrota para Ankalaev, e um Pereira de volta ao seu peso natural tende a ser mais competitivo do que entre gigantes. Esse movimento tende a recolocá-lo rapidamente na disputa pelo topo, em vez de uma reconstrução longa entre os pesados.

O ponto mais relevante para o público brasileiro é que a derrota não apaga o que Pereira construiu. Ele segue como um dos atletas mais valiosos e populares do UFC, e a escolha do próximo passo definirá o tom da fase seguinte de sua carreira. Na prática, o que estava em jogo era um feito histórico, e o que ficou foi uma encruzilhada que ele tem condições de resolver a seu favor.

Para Gane, o cenário é oposto e animador. O francês se firma como protagonista dos pesados e mira a unificação. A divisão, que vinha carente de definições, ganhou clareza no topo, enquanto Pereira recalibra os planos.

Alex PereiraCiryl GaneMagomed AnkalaevTom Aspinall
Leia Também
MERCADO

Vitor Petrino desafia Curtis Blaydes para o UFC 335 e aguarda resposta

UFC

Pesagem do UFC 332 oficializa título de Natália Silva contra Wang Cong; Ribovics não bate o peso

UFC

Dana White admite que King Green merece disputar o cinturão BMF após o UFC 332