Daniel Skvor projeta fim de carreira e analisa duelo com Narkun no Oktagon 95
A poucos dias de uma de suas lutas mais difíceis, o tcheco Daniel Skvor abriu o jogo sobre o momento da carreira. Aos 37 anos e com cartel de 11 vitórias e quatro derrotas, o veterano admitiu que enxerga no máximo duas a quatro lutas pela frente, resultado de 21 anos de estrada no esporte, iniciada
A poucos dias de uma de suas lutas mais difíceis, o tcheco Daniel Skvor abriu o jogo sobre o momento da carreira. Aos 37 anos e com cartel de 11 vitórias e quatro derrotas, o veterano admitiu que enxerga no máximo duas a quatro lutas pela frente, resultado de 21 anos de estrada no esporte, iniciada ainda aos 16, e de problemas físicos como artrite e dores nas articulações que tornam cada preparação mais dura.
O próximo compromisso é dos mais complicados. No Oktagon 95, no sábado, 17 de outubro, na Mattoni Arena, em Karlovy Vary, Skvor encara o ex-campeão do KSW Tomasz Narkun. Com passado no kickboxing e no muay thai, incluindo tempo na GLORY, o tcheco reconhece que o jiu-jítsu do rival é a principal ameaça caso o combate vá ao chão, mas projeta uma finalização em torno de dois rounds.
Sobre o futuro, Skvor ainda não definiu o caminho. Seu companheiro de equipe Makhmud Muradov conquistou recentemente o cinturão meio-pesado ao superar Will Fleury, o que deixou o veterano na dúvida entre esperar ou subir de categoria para desafiar Fleury, que segue dono do título dos pesados. Ele descarta descer ao peso-médio e lembra que costuma competir girando em torno dos 100 quilos.
O tcheco também elogiou as novas regras Stand and Bang do Oktagon, que proíbem quedas e chutes e liberam o clinch. Para ele, o formato favorece seu estilo e pode render ainda mais protagonismo à trocação nos próximos desafios da organização.
Fonte: Cageside Press
